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Objectivos

A crise vivida após a revolta militar a 7 de Junho de 1998, na Guiné-Bissau, desencadeou a criação de uma rede informal de fluxo de informação sobre os últimos acontecimentos do país.

 

Foi nesse contexto que se constitui em Portugal uma Rede de Informação e Solidariedade com o povo da Guiné-Bissau, que incluiu ONG portuguesas e guineenses que tinham dirigentes refugiados em Portugal. Com base na ACEP, a Rede recolhia e divulgava regularmente informação para cerca de 60 organizações e instituições na Europa, Senegal, Cabo Verde e Canadá.

Principais resultados

  • áreas temáticas da informação: situação humanitária e necessidades na Guiné-Bissau; situação dos refugiados em Portugal, Cabo Verde e Senegal; situação de direitos humanos na Guiné-Bissau e no Senegal quanto a cidadãos guineenses; evolução da situação político-militar e das diversas iniciativas negociais

  • informação da Guiné-Bissau e sobre a Guiné-Bissau em quatro Continentes

  • criação de uma estrutura solidária e informal, potenciadora de solidariedade

  • experiência positiva na sensibilização da opinião pública e na função de “lobby”

Âmbito geográfico

Guiné-Bissau, sector de São Domingos

Parceiros

Guiné-Bissau: AD – Acção para o Desenvolvimento, AIFA-PALOP, Alternag – Associação de Estudos e Alternativas, TINIGUENA, missões da Igreja Católica no interior da Guiné-Bissau, um grupo de cidadãos guineenses residentes em Dakar e refugiados guineenses em Portugal.
Portugal: CIDAC – Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral

Apoio Financeiro

Portugal: ICP – Instituto da Cooperação Portuguesa
Holanda: ICCO, NOVIB, SNV e SOH

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